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GERALD THOMAS

Texto, criação e direção

 

Gerald Thomas é dramaturgo, diretor de teatro e ópera e pintor que passou sua vida nos Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e Alemanha . Começou sua vida no teatro no La MaMa ETC, de Ellen Stewart, em Nova York adaptou e dirigiu estreias mundiais de prosa e peças dramáticas de Samuel Beckett, como a notória première mundial de “All Strange Away” há exatamente 42 anos atrás. No início dos anos 80, Thomas começou a trabalhar com o próprio Beckett em Paris adaptando novas ficções do autor como “All Strange Away” e “That Time”, estrelando o fundador do “Living Theatre”, Julian Beck. Na década de 80, Thomas também iniciou uma longa e duradoura parceria com o compositor americano Philip Glass.

Valendo-se de sua experiência internacional, Gerald Thomas propõe, por meio do teatro, reflexões dinâmicas sobre problemas contemporâneos amiúde pensados em chaves circunscritas aos campos da economia e da política. Como afirmou em uma entrevista em Nova York: “Uma resposta anormal para uma situação anormal é apenas normal”, colocando em questão a suposta naturalidade dos acontecimentos e das decisões que afetam os indivíduos sem que eles próprios tomem conhecimento das origens desses eventos. Nesse sentido, respostas incomuns são mais do que necessárias, e poucos sabem, como esse diretor – brasileiro do mundo –, oferecê-las de modo imprevisível.

 

“TRAIDOR” é o espetáculo de número 129  (entre teatro e ópera no mundo). 12 é o número de livros publicados.

Segundo Flora Süsskind, “..... considerando o seu método contradramatúrgico (....) é exatamente nesse limiar da negação e da ressurreição que se vai procurar compreender aqui, em linhas gerais, a dinâmica de uma trajetória com a extensão e o potencial de derrisão da  teatralidade de Gerald Thomas.

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