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SAMUEL KAVALERSKI  

Assistente de direção

Samuel Kavalerski é um artista que articula diferentes linguagens: dança, teatro, artes visuais e literatura. Atua como intérprete, criador e educador. É graduado em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná (2005) e especialista em Gestão em Economia Criativa pelo pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2023). Em parceira com André Guerreiro Lopes, foi diretor assistente na peça Mutações e, com o Estúdio Lusco Fusco, atuou e fez assistência de direção em INSÔNIA - Titus Macbeth e Tchekhov é um Cogumelo. Foi assistente de direção da Cia Jovem de Dança de Jundiaí e professor, coreógrafo e ensaiador do Corpo Jovem da Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo. Em 2016, dirigiu Céu de Espelhos, projeto vencedor do 20º Cultura Inglesa Festival e indicado ao Prêmio de Melhor Interpretação da APCA. Foi solista da São Paulo Cia. de Dança e integrou o elenco da Quasar Cia de Dança, de Goiânia, e do Balé Teatro Guaíra, de Curitiba. Em 2018 lançou seu primeiro livro: Epilepsia | uma Fábula, pela Folhas de Relva Edições projeto que, em 2023, foi contemplado com o edital Minha Biblioteca da Prefeitura de São Paulo. 

WAGNER PINTO 

Desenho de Luz

Iniciou sua trajetória como Lighting Designer em 1982. Ao lado de Gerald Thomas desde 1986 na Cia. Ópera Seca. Indicado para importantes prêmios como “melhor iluminação”. Recebeu o Prêmio Shell de Teatro em 1994, 2016 e 2018, com os respectivos espetáculos Penteseléias (dir. Daniela Thomas
e Bete Coelho), A Máquina Tchekhov (dir. Denise Weinberg e Clara Carvalho) e Dilúvio (de Gerald Thomas). Em 2010, Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem Quem Tem Medo de Curupira? (dir. Débora Dubois). Em 2012, Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita L’Efant et les Sortilèges (dir. Lívia Sabag).

ANTONIO GUEDES 

Figurino

Artista visual Carioca especializado em design e figurino, explora diferentes áreas, como ilustração, serigrafia, roteiro e direção. Fez sua estreia na equipe de figurino filme Irma Vap, de Carla Camuratti, e como figurinista no espetáculo Um Circo de Rins e Fígados, de Gerald Thomas.  Participou de mais de 30 montagens e recebeu indicações ao prêmio Shell, APTR e Cesgranrio. Venceu os prêmios APTR e Questão de Crítica com
O Homossexual ou a Dificuldade.... Criou figurinos importantes como Ubu Rei, Beije Minha Lápide, O Pena Carioca e Pterodátilos. Como roteirista e diretor, trabalhou em A Vida Viva (2021, Lei Aldir Blanc).  Mo mesmo ano, fez os figurinos do filme As Cadeiras, de Fernando Libonati, com Marco Nanini e Camila Amado. Produziu e dirigiu o evento artístico “Microfone Aberto” no espaço cultural Reduto. Designer e empresário da marca gráfica Naked Neuras, fundada em 2018 no Rio de Janeiro.

FERNANDO PASSETTI 

Cenografia

Arquiteto (FAU/USP, 2015), atua como cenógrafo em diversos campos da cultura. Faz projetos de exposição e cenários para shows, óperas, musicais, ballets, cinema e teatro nos principais palcos líricos do país. Recentemente assinou a cenografia de óperas para Theatro São Pedro, e colaborou com diversos coletivos teatrais, como a Extemporânea e a Motosserra Perfumada. Busca manter a atividade multidisciplinar a fim de construir amplo repertório e garantir a permeabilidade entre as diversas especialidades de projeto em que atua. Possui extensa pesquisa acerca de novos materiais não usuais na cenografia e como utilizá-los de maneira eficiente, reduzindo custos e resíduos. Trabalha com Geral Thomas desde Dilúvio, no ano de 2017 em que fez parte da equipe de cenografia. Já em F.E.T.O. – Estudos de Doroteia Nua Descendo a Escada, de 2022 assinou cenários e direção técnica.

ALEXANDRE MARTINS 

Trilha Sonora

Alexandre Martins é músico com formação na UNICAMP (turma de composição de 2005), sonoplasta, sound designer e técnico de som, com grande foco em tecnologia musical. Participou de dois concursos da Audio Engineering Society (AES) de gravação de música clássica, onde conseguiu o primeiro prêmio nos dois anos (2006
e 2007). Trabalhou gravando diversas orquestras, incluindo a Sinfônica de Campinas, a Orquestra da UNICAMP, a Sinfônica de São Carlos e a Sinfônica de São Caetano. Trabalhou como operador e assistente em diversos espetáculos. Assinou a direção musical e trilha sonora de dois espetáculos do Grupo TAPA:  Anatol (2018) e O Jardim das Cerejeiras (2019), atualmente trabalhando com o Coletivo Manás a partir de Uma Cena de Amor para Francis Bacon (2020), onde assinou a trilha sonora original.
Em 2021 passou a ser sonoplasta de Gerald Thomas, trabalhando no espetáculo GALA (2021 e 2022), e no seu último trabalho, F.E.T.O (2022).

DANI LIMA 

Orientação Corporal

Dani Lima é artista e pesquisadora do corpo e da dança, atuando há 40 anos na cena brasileira. Foi uma das fundadoras e integrante da Intrépida Trupe por 15 anos. Desde 1997 dirige a Cia Dani Lima com a qual realizou dezenas de espetáculos e recebeu vários prêmios. Colabora com artistas visuais em dezenas de projetos multidisciplinares e atua como diretora de movimento em  espetáculos de teatro, circo e programas de TV,  entre os quais o programa Amor & Sexo, da TV Globo, entre  2012 a 2108. Realiza colaborações, palestras e workshops por todo o país e escreve artigos para publicações especializadas em  artes cênicas. É professora do curso de Artes Cênicas da PUC Rio, Mestre em Teatro e Doutora em Literatura, Cultura e Contemporaneidade. Publicou os livros Gesto: Práticas e Discursos e Corpo, política e discurso na dança de Lia Rodrigues.

CAROLINA TAVARES 

Coordenação de Projeto 

Desde 2009, Carolina é responsável pela gestão dos projetos da Pequena Central, coordenando a produção de espetáculos como Pterodátilos (2009) de Nicky Silver, com Marco Nanini, Mariana Lima e elenco, dirigido por Felipe Hirsch. A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir um aumento (2012) de Geroges Perec, monólogo protagonizado por Nanini com direção de Guel Arraes, Beije minha lápide (2014), com texto de Jô Bilac, dirigido por Bel Garcia e com Nanini dividindo a cena com a  Cia Teatro Independente e  Ubu Rei (2017) de Alfred Jarry, dirigido por Daniel Herz, com Nanini, Rosi Campos e Cia Atores de Laura. Além dos espetáculos, coordenou também os projetos do Instituto Galpão Gamboa, espaço sociocultural localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro e que promoveu durante mais de 10 anos uma das mais prestigiadas programações culturais da cidade: 06 edições do projeto Gamboavista, 04 edições do Dança Gamboa, 2 Edições da Mostra Cena Carioca, a programação de shows Garagem Gamboa e o projeto de ocupação do Teatro Dulcina: Dulcinavista.

LEILA TURGANTE 

Visagismo

Leila Turgante leva em seu portfólio 14 anos de carreira como profissional de beleza. Sua habilidade com os pincéis remonta à sua infância, quando passava seus dias criando desenhos e pinturas. Dedicou-se a cursos e workshops de maquiagem e penteado, que lhe renderam o Prêmio AVON (2015) e o convite para participar do quadro Tapa no Visual no programa da Rede Globo, Mais Você. Colaborou em grandes trabalhos como a capa da revista Marie Claire Brasil com a atriz vencedora do Oscar, Jessica Chastain e projetos da Vogue Brasil com a grife Gucci. Com seu olhar refinado para cores e formas, Leila possui a facilidade de captar o que valoriza cada rosto. A estética do seu trabalho encontra referência nas artes, no cinema e em personalidades como Elke Maravilha, Sônia Braga, David Bowie
e Grace Jones.

CARLOS CABÉRA 

Fotógrafo

Carlos Cabéra escolheu a fotografia como a técnica para o registro dos seus retratos. Influenciado pelos pintores holandeses do século de ouro,  dedicou-se à luz, à sombra,  à cor, à nitidez e à essência da manifestação do indivíduo. Em 2011, encontrou a identidade do seu registro fotografando teatro,  tanto os espetáculos em cena, como assinando a fotografia artística da identidade visual das peças. Estas últimas foram: Arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir um aumento, O médico e o Monstro, O que você vai ver, Beije minha lápide, O Grande Livro dos Pequenos Detalhes e Ubu Rei. Seu portfólio reúne centenas de peças fotografadas entre elas: Pterodátilos, Me Salve, Musical, A Santa Joana dos Matadouros, Infância, tiros e plumas, além das encenadas durante os projetos Galpão Gamboa e Tempo Festival.e Grace Jones.

PEU FULGENCIO
Designer

Atuando há mais de 20 anos, o baiano Peu, como é chamado, é um designer multidisciplinar. Ao longo de sua trajetória, mergulhou em diversas linguagens estéticas, gráficas e visuais, e há mais de 10 anos dedica-se à área cultural. Destaque para uma participação ativa na Companhia de Dança Deborah Colker, onde desenvolveu diversos projetos gráficos, como no premiado espetáculo Cão Sem Plumas (2017). Durante cinco anos, atuou como designer no prestigioso Teatro Rival, contribuindo para a efervescência criativa do cenário musical. Neste mesmo período, desenvolveu o projeto gráfico do Festival Adaptação, a Literatura no Cinema (2011-2013), idealizado por Leandra Leal. Desenvolveu projetos para artistas renomados como Zezé Polessa, Claudia Raia, Marco Nanini, Deborah Colker, Leo Gandelman, Larissa Luz, entre outros. Atuou como designer assistente na exposição do fotógrafo e artista pernambucano Cafi no Rio+20. Sua jornada é uma celebração da interseção entre design e cultura. No campo do audiovisual, teve o privilégio de desenvolver o making-of do monólogo A Lua Vem da Ásia (2011) em teatros comunitários na cidade do Rio de Janeiro, liderado por Chico Diaz. Em 2023, contribuiu com a produção audiovisual do espetáculo Os Bolsos Cheios de Pão, uma comédia estrelada por Louise Cardoso e Luiz Octavio Moraes.

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